Raríssimas: Brasil, spas e carros de luxo. A denúncia desapareceu

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Ao que parece o caso raríssimas ainda não terminou e pelo o andar da carruagem ainda há muito para dizer e escrever. Isto enquanto a investigação que está a ser feita pelo canal de televisão TVI às contas da Associação Raríssimas, continua a mostrar que há realmente irregularidades financeiras que foram cometidas, alegadamente por Paula Brito da Costa, presidente da Associação

Chegou mais uma denuncia à estação da TVI, mas esta diz que esta conduta da presidente da Associação já tinha sido denunciada há quase um ano.

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A denuncia refere mesmo a existencia de uma carta enviada à Unidade de Desenvolvimento Social do Instituto da Segurança Social e para o Instituto Nacional para a Reabilitação.

Ao que parece, essa carta que foi enviada com aviso de recepção perdeu-se por completo, não sabendo hoje por onde é que ela pára.

A carta que tinha sido enviada por Piedade Líbano Monteiro, que era a secretária da Fedra (Federação das Doenças Raras de Portugal) e da qual Paula Brito da Costa também é presidente.

Nesta carta era denunciado viagens pagas pela Federação cuja a sua natureza, infelizmente nada tinham a ver com os objetivos e os trabalhos de solidariedade.

Na carta escrita por Piedade podemos ler: “Defendemos a dignidade e a transparência acima de tudo, principalmente porque somos uma instituição de solidariedade social. De facto, permanece por explicar despesas com viagens e estadia no estrangeiro da presidente da Associação Raríssimas e para as quais não me sinto apta a dar parecer favorável”.

Foi posto em causa uma viagem feita por Paula Brito da Costa e do seu marido ao Brasil, paga pela Fedra. Para além das despesas por explicar, que incluem o aluguer de um BMW S20 e uma conta de spa no valor de 400 euros.

Apesar de a carta ter desaparecido, o registo dos correios mostram que ela chegou ao destino e foi entregue. Resta saber afinal, aonde para essa carta….

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